
E eu me pergunto como é possível ser tão extrema. Sou assim.
Não feito, não perfeito, não completo, não satisfeito nunca, já diria essa música que adotei como um hino para os meus dias, para a minha vida. Percebi que sou extremista. Ou é tudo ou nada, não conheço um meio termo e deve ser por isso que me magôo com freqüência. Não ligo.
Não tem melhor aprendizado na vida do que viver, não tem melhor jeito de reconhecer o essencial, aquele mesmo que vem acompanhado com o clichê de invisível aos olhos, é verdade mesmo.
Gargalhadas em tom ensurdecedor, momentos quietos em silêncio ferrenho, chegam a machucar os ouvidos de quem prefere a sinfonia dos meus gritos. (mainha, eu amo você.)
Instabilidade, insegurança, felicidade, alegria, epifania. Sorrisos não desaparecem dos meus pensamentos, antebraços me atraem mais do qualquer outra parte do corpo, pessoas que falam alto ferem meus ouvidos, pessoas que só falam bobagens me fazem querer vomitar, pessoas sem conteúdo não me fazem nada. Simplesmente porque não são nada.
Tenho sede de aprender coisas novas e uma vontade besta de não ter crescido, besta e passageira, quando eu olho em volta agradeço a Deus pela situação.
Aproveito tudo ao máximo, considero todos os momentos como especiais e me esforço para aprender com os meus erros. Aprendi a me perdoar, aprendi a me amar e a aceitar que eu sou o que sou e em primeiro lugar devo me orgulhar de ser QUEM eu sou.
Sou normal, tenho meus altos e baixos, nasci pelada, careca e banguela como todo mundo e tenho o maior respeito por mim, não peço nada, só que me respeitem também.
“Cheguei ao mundo sem ter nada, dele não levo nem a sombra, eu to aqui pra dar risada e pra tirar onda.
Felicidade não se empresta, não se pechincha e nem se compra, eu to aqui pra fazer festa e pra tirar onda.”
Beijos&Beijos,
Volto qualquer dia ;*
CarolinaDomingues.
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